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quarta-feira, 23 de março de 2011
PASSEATA CONTRA A DENGUE CONSCIENTIZA MORADORES DO BAIRRO SÃO GERALDO
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Mais de 750 crianças participam de ação de mobilização contra a dengue
Mais de 750 crianças participaram da ação de mobilização contra a dengue, em ação promovida pela Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), na Praça Duque de Caxias, bairro Santa Tereza no dia 31 de março. As crianças são alunas da Escola Municipal Professor Lourenço Oliveira, Colégio Tiradentes e Escola Estadual Sandoval de Azevedo, todas da Regional Leste da cidade. A ação serviu para conscientizar a população sobre a importância da prevenção à doença.
O grupo Mobiliza SUS-BH fez uma apresentação musical, informando os lugares mais comuns onde o mosquito se reproduz e reforçando que a dengue é coisa séria e pode até matar. As atrizes do Mobiliza SUS-BH desfilaram com roupas feitas com material descartável, que, muitas vezes, servem de criadouro para o mosquito Aedes aegypti.
A coordenadora de Mobilização da SMSA, Ione Costa, lembrou a importância de envolver as crianças, que levam as informações para seus pais e familiares. “Nós buscamos promover as ações para as crianças de forma lúdica, através de teatro, música, dança e brincadeiras, para que elas absorvam as informações com mais facilidade”, ressaltou a coordenadora.
“O trabalho de conscientização das crianças tem que se basear na vivência e esta é uma boa maneira delas vivenciarem. Acho muito importante esta iniciativa”, disse a professora da Escola Estadual José Bonifácio, Josefina das Graças, ao frisar que as crianças de hoje são os cidadãos de amanhã.
Após descobrir que a dengue pode matar e todos devem trabalhar juntos no combate à doença, a aluna da primeira série do Colégio Tiradentes, Tainá Stefane, de seis anos, aconselhou os colegas: “É por isso que eu falo para a minha mãe não deixar água parada lá na minha casa”. Tainá e os colegas do Colégio Tiradentes fizeram cartazes e faixas alertando para a prevenção da doença.
Este ano, a SMSA, por meio do grupo de mobilização, já promoveu 56 ações de mobilização contra a dengue, sendo 12 em janeiro nas escolas que participam do programa Férias na Escola, 16 em fevereiro, e 28 em março.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Alto Vera cruz caminha contra a dengue
Em clima de descontração, na última semana, foi realizada mais uma caminhada contra a dengue no bairro Alto Vera Cruz. A manifestação foi promovida pela Comissão Local de Saúde em parceria com a equipe do Centro de Saúde Alto Vera Cruz. O evento contou com a participação da comunidade, de membros do projeto Meninas de Sinhá, de alunos do Ciame Flamengo e de servidores da Gerência Regional de Zoonoses.
Segundo Valdete Cordeiro, representante do Meninas de Sinhá, o grupo não é só cultura, trabalha também na área social. “Nós somos exemplo para a nossa comunidade. É importante nossa participação nestas mobilizações”, ressalta Valdete.
À frente do cortejo, o grupo Alto Batuque ritmava os passos dos manifestantes e as crianças, bem animadas, não perdiam o fôlego para promover um grande apitaço. Os estudantes carregavam cartazes de combate à dengue e agitavam balões e durante o percurso panfletos foram distribuídos para a comunidade.
Ivan Mateus Dutra, presidente da Comissão Local de Saúde, explicou que a caminhada foi organizada para conscientizar os moradores sobre os perigos de doenças como a dengue, causados por acúmulo de lixo e água. Para o auxiliar de enfermagem do Centro de Saúde, Ivanil Martins, o trabalho não vai mudar a opinião dos moradores, mas vai sensibilizá-los. “É um alerta à população”, disse.
A gerente do Centro de Saúde Alto Vera Cruz, Suely Imaculada Santos, esclareceu que a caminhada foi somente uma das ações programadas no combate à dengue, que prevê ainda atividades nas escolas, no centro de saúde e em cada quarteirão do bairro. “A mensagem que queremos repassar é que a comunidade tem que se mobilizar. Só ela pode mudar a situação da dengue no bairro”, afirmou Suely.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Estudantes do Taquaril fazem caminhada de combate à dengue
Com cartazes, faixas e muita animação, centenas de estudantes participaram de uma caminhada de combate à dengue no Taquaril, quinta-feira, dia 25. A iniciativa do Centro de Saúde Taquaril reuniu as Escolas Municipais Alcida Torres, George Ricardo Salum e as equipes do Centro de Saúde Novo Horizonte e do Mobiliza SUS em torno da causa. Outro parceiro importante para a realização do evento foi o projeto Vila Viva.
O ritmo da caminhada foi dado pelo grupo de percussão Alto Batuque, presença constante nas mobilizações contra a dengue na região Leste.
De acordo com a gerente do Centro de Saúde, Maria Regina Nassif, a mobilização foi planejada porque existe uma preocupação com a questão do acúmulo de lixo doméstico na comunidade. “É preciso fazer uma sensibilização para que cada um faça a sua parte”, explicou.
A Escola Municipal George Ricardo Salum levou para a passeata os agentes comunitários mirins. Segundo a diretora Ana Maria Ribeiro, cerca de cinquenta crianças participam deste projeto. Os estudantes fazem a vistoria de focos da dengue na escola e, uma vez por semana, recolhem o lixo que encontram na comunidade.
A agente comunitária mirim Thais Kretli, de doze anos, contou que faz a conscientização também com seus pais. “Eu falo para eles não deixarem água parada e nem mesmo jogar lixo na rua”, diz a estudante. Ela ainda explicou que os pneus encontrados servem como vasos de plantas na escola.
A passeata ficou concentrada na rua Ramiro Siqueira, onde houve apresentações de street dance e do grupo de dança afro Calanga. A equipe do Mobiliza SUS promoveu brincadeiras com direito a sorteio de brindes.
A professora comunitária do Programa Escola Integrada da Escola Municipal George Ricardo Salum, Cláudia Aparecida Martins, explicou que foi um momento importante, porque as crianças passaram a ver a dengue no local e não em vídeos e livros. “É essencial essa mobilização. As crianças falam em casa e a conscientização acontece”, ressaltou.
O ritmo da caminhada foi dado pelo grupo de percussão Alto Batuque, presença constante nas mobilizações contra a dengue na região Leste.
De acordo com a gerente do Centro de Saúde, Maria Regina Nassif, a mobilização foi planejada porque existe uma preocupação com a questão do acúmulo de lixo doméstico na comunidade. “É preciso fazer uma sensibilização para que cada um faça a sua parte”, explicou.
A Escola Municipal George Ricardo Salum levou para a passeata os agentes comunitários mirins. Segundo a diretora Ana Maria Ribeiro, cerca de cinquenta crianças participam deste projeto. Os estudantes fazem a vistoria de focos da dengue na escola e, uma vez por semana, recolhem o lixo que encontram na comunidade.
A agente comunitária mirim Thais Kretli, de doze anos, contou que faz a conscientização também com seus pais. “Eu falo para eles não deixarem água parada e nem mesmo jogar lixo na rua”, diz a estudante. Ela ainda explicou que os pneus encontrados servem como vasos de plantas na escola.
A passeata ficou concentrada na rua Ramiro Siqueira, onde houve apresentações de street dance e do grupo de dança afro Calanga. A equipe do Mobiliza SUS promoveu brincadeiras com direito a sorteio de brindes.
A professora comunitária do Programa Escola Integrada da Escola Municipal George Ricardo Salum, Cláudia Aparecida Martins, explicou que foi um momento importante, porque as crianças passaram a ver a dengue no local e não em vídeos e livros. “É essencial essa mobilização. As crianças falam em casa e a conscientização acontece”, ressaltou.
Cemitério da Saudade realiza multirão de combate à dengue
Março, mês de chuva, é a época em que o mosquito da dengue adora colocar seus ovos na água parada e se reproduzir. Foi com essa preocupação que a equipe do Cemitério da Saudade criou um mutirão para colocar areia ou tombar os vasos de flores, além de recolher os objetos que podem acumular a água das chuvas, como garrafas, copos descartáveis e flores artificiais.
De acordo com o chefe de divisão de Necrópoles 2, Eduardo Di Flora, o cemitério é um lugar propício para focos da dengue. “Várias pessoas passam por aqui todos os dias, colocando vasos e flores nas sepulturas, além de deixarem outros resíduos na área, que podem reter água. Temos que nos prevenir e cuidar para evitar que os ovos do mosquito sejam depositados aqui”, disse.
Di Flora ressaltou que é a primeira vez que o mutirão é realizado com tanta intensidade. “Nunca havíamos recolhido as flores artificiais espalhadas pelo cemitério. Elas guardam uma quantidade de água considerável. Acredito que sua retirada fará uma grande diferença”, enfatizou.
A atividade foi desenvolvida semana passada e, segundo o chefe de divisão, será de extrema importância para a população. “Os visitantes poderão circular pelo Cemitério com mais segurança, sem medo de serem picados pelo mosquito da dengue”, afirmou.
De acordo com o chefe de divisão de Necrópoles 2, Eduardo Di Flora, o cemitério é um lugar propício para focos da dengue. “Várias pessoas passam por aqui todos os dias, colocando vasos e flores nas sepulturas, além de deixarem outros resíduos na área, que podem reter água. Temos que nos prevenir e cuidar para evitar que os ovos do mosquito sejam depositados aqui”, disse.
Di Flora ressaltou que é a primeira vez que o mutirão é realizado com tanta intensidade. “Nunca havíamos recolhido as flores artificiais espalhadas pelo cemitério. Elas guardam uma quantidade de água considerável. Acredito que sua retirada fará uma grande diferença”, enfatizou.
A atividade foi desenvolvida semana passada e, segundo o chefe de divisão, será de extrema importância para a população. “Os visitantes poderão circular pelo Cemitério com mais segurança, sem medo de serem picados pelo mosquito da dengue”, afirmou.
terça-feira, 16 de março de 2010
Fórum de ações emergenciais discute combate à dengue na Regional Leste
Com o objetivo de discutir propostas de mobilização e planejar ações imediatas para o combate à dengue na sua área de abrangência, o Centro de Saúde Santa Inês, promoveu, na semana passada, o “ I Fórum de Ações Emergenciais de Combate à Dengue” com a participação de técnicos da área de saúde, agentes de zoonose e de combate a endemias, lideranças comunitárias, comerciantes, Polícia Militar e associações comunitárias.
O evento contou também com a presença do secretário regional Leste, Pier Senesi, gerentes da regulação urbana, políticas sociais e comunicação social e teve início com um happy hour, com apresentação artística do adolescente e morador da região, Alex Marconi, que tocou composição de sua autoria sobre a dengue.
Na abertura, o secretário fez uma retrospetiva dos trabalhos que vêm sendo realizados pela Regional Leste, destacando o grande desafio que é o controle da dengue.“O dinheiro que a Prefeitura gasta com pessoal, máquinas e propaganda poderia ser investido em outras áreas, como na própria Saúde. É necessário que todos nós façamos um trabalho junto aos nossos vizinhos e parentes para que a situação não se agrave ainda mais”, afirma Pier.
A bióloga Luciane Fátima Senra Camelo apresentou a situação da dengue na região, e destacou que, em janeiro, o índice de infestação predial era de 5,7, o que significa que a cada 100 casas, quase 6 possuem larvas. Até 10 de março, a região teve 195 casos confirmados, sendo16 só no bairro Santa Inês, índice considerado elevado.
Ao final da reunião, os participantes acataram a sugestão do secretário Pier para implantar uma rede de vizinhos, nos moldes da rede de vizinhos protegidos criada pela Polícia Militar.
A gerente do CS Santa Inês, Eunice da Silveira Andrade, avaliou o encontro como bastante produtivo. “Estou feliz, pois houve resposta positiva da comunidade e esperamos dar continuidade às propostas, para reduzir o número de casos de dengue na região”.
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